Foi bom sentir ar puro e fresco, não ouvir quase barulho nenhum, ver as ruas limpas e as pessoas a andarem devagar...
Foi mau ver a casa branca rodeada de seguranças e ter a noção de que se gastam rios de dinheiro com isso pagos pelos contribuintes americanos, mas também foi bom visitar os museus de entrada grátis também pagos pelos contribuintes.
Foi bom passar horas encantada com estaçãoes espaciais à escala real, que serviram de ensaios prévios, satélites, foguetões... o fato verdadeiro de um dos astronautas que foram à lua ainda com a poeira da lua marcada nas pernas.
Foi engraçado ver um avião cortado transversalmente. Já não foi nada engraçado ver os aviões de guerra.
Tuda à escala 1:1. O melhor museu de todos.
Também foi bom ver no museu desenhado pelo M. Pei (national museum of art) Edward Hopper, o meu pintor americano favorito. Uma surpresa agradável. Espanto dos espantos: é daquele tipo de pintura em que se sente o mesmo a ver a tela ao vivo ou impressa num livro. Nada de novo. Aquilo que os livros mostram é quilo que está lá, e, normalmente não é assim... Por exemplo hoje fui ao Guggenheim e vi um quadro do kandinsky e fiquei maravilhada. Um génio.
Que dizer mais sobre washington DC... uma terra cheia de memoriais: de guerra, de presidentes, etc. destaco o de Roosevelt. Disperso por um parque, no fundo, o memorial era um percurso que se ía descobrindo por meio de esculturas, água, e inscrições sobre as teorias e práticas de Roosevelt.
De volta a NY domingo às duas da manha fiquei com a impressao de que a cidade é mesmo uma excepção. às vezes é preciso sair da cidade para se lhe dar valor. Domingo à tarde em Washington tudo fehcado, segunda às 2 da manha em NY tudo aberto. E, sim, os edifícios sao mesmo altos, eu é que fico com a imrpessão de que afinal não são assim tão altos com o passar do tempo.
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